A Stellantis Pro One, um dos principais nomes dos veículos comerciais no mercado europeu, respondeu às empresas e profissionais que pedem propostas mais simples, económicas e alinhadas com as exigências do trabalho diário.
Desta forma, a partir de novembro, chegam versões de entrada para os seus furgões compactos: Citroën Berlingo Van First, FIAT Doblò EasyPRO, Opel Combo Start e Peugeot Partner Active. Mudam os nomes comerciais, mas, na prática, trata-se essencialmente do mesmo veículo.
A produção destes novos furgões vai decorrer na unidade portuguesa da Stellantis em Mangualde, em Vigo (Espanha) e, numa fase posterior, também na Turquia.
Com esta renovação de gama, o grupo quer disponibilizar uma opção mais acessível sem abdicar do que é determinante para uso profissional, nomeadamente a capacidade de carga, a carga útil e a variedade de motorizações.
Habitáculo redesenhado para quem trabalha sozinho
A maior evolução está no interior. A Stellantis reformulou por completo o tabliê e os painéis das portas, acrescentando soluções de arrumação e uma abordagem pensada para quem utiliza o furgão sobretudo a solo.
O elemento em evidência é o novo sistema Flexiseat, incluído de série. Consiste num banco do passageiro rebatível que, quando não está a ser utilizado, permite aumentar o volume de carga até 0,5 m³.
Em opção, é possível acrescentar o Modutable: uma superfície deslizante que converte esse mesmo banco numa pequena estação de trabalho ou numa mesa para refeições. Segundo a Stellantis, este acessório pode ser comprado e instalado em qualquer altura ao longo da vida útil do veículo.
A lista de soluções inclui ainda a consola amovível Moduconsole, a gaveta Drivedrawer debaixo do banco do condutor, novos compartimentos fechados no tabliê (Dashbox) e o sistema Moduwork, que repõe a configuração de três lugares e possibilita transportar objetos mais longos através de uma abertura longitudinal na divisória da zona de carga.
Também passa a estar disponível uma tomada de 220 V, pensada para alimentar computadores portáteis, tablets e outros equipamentos de trabalho.
Mesma capacidade de carga
Por fora, as mudanças são pouco marcantes. A diferença mais visível está na introdução de um novo para-choques dianteiro, maior e desenvolvido para reforçar a proteção da carroçaria.
De resto, mantêm-se as dimensões típicas desta base, que continua a ser oferecida com dois comprimentos de carroçaria e com a prática porta lateral deslizante.
Apesar da atualização do habitáculo, os dados essenciais não se alteram. Estes furgões compactos continuam disponíveis nas variantes Standard (4,40 m) e Longa (4,75 m), com um volume de carga entre 3,3 m³ e 4,4 m³ e uma carga útil até 1000 kg, consoante a motorização selecionada.
Motores para todos os gostos
A oferta multienergias mantém-se para estas novas versões. Está previsto um motor a gasolina com 110 cv e duas opções Diesel, de 100 cv e 130 cv, todas combinadas com caixas de velocidades manuais.
Já a proposta 100% elétrica apresenta 100 kW (136 cv) e uma bateria de 42 kWh, anunciando até 270 km de autonomia no ciclo combinado WLTP.
De acordo com a Stellantis, este valor coloca o modelo entre as opções mais competitivas dentro da sua gama de veículos comerciais compactos. Para 2027, está igualmente apontada a chegada de uma inédita versão híbrida suave, posicionada como solução intermédia entre os motores de combustão e as variantes totalmente elétricas.
Preços abaixo do resto da gama
O posicionamento de preço é outro dos pilares desta estratégia. Em comparação com as restantes versões, os novos modelos surgem com um preço de entrada cerca de 1300 euros mais baixo nas variantes com motor de combustão e até 3000 euros inferior nas versões elétricas.
As encomendas abrem em setembro e as primeiras entregas estão previstas para novembro.
Comentários
Ainda não há comentários. Seja o primeiro!
Deixar um comentário